Rainbow Mountain – a montanha colorida que é do Peru

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Montanha Colorida, Montanha Arco-Íris, ou mais internacionalmente falando, Rainbow Mountain. Não importa como você queria chamá-la, ela continuará honrando o seu nome: uma montanha cheia de cores fantásticas, com traços que parecem que foram desenhados à mão e depois pintados por um aquarelista.

Rainbow Mountain, Montanha Colorida ou Montanha Arco-Íris – chame como quiser, ela é fantástica!
Rainbow Mountain, Montanha Colorida ou Montanha Arco-Íris – chame como quiser, ela é fantástica!

O passeio à Rainbow Mountain é um tour bem novo, que começou a ser comercializado no início de 2016. O nome oficial da montanha é Winicunca – pelo menos é isso que está escrito no ingresso -, mas também se acha pela internet os nomes Vinicunca, Willkacunca e Wininkuca. Ela está localizada no Peru, mais precisamente no departamento (estado) de Cusco. Então, se for à Cusco, prepare-se para conhecer esse lugar fantástico, com muitas doses de aventura!

Clique aqui e veja o nosso post detalhando diversas atrações do Centro Histórico de Cusco, com muitas informações sobre como chegar na cidade. Este outro post relata o nosso passeio pelo Vale Sagrado dos Incas, outro destino a ser feito a partir de Cusco, passando por diversos parques arqueológicos Incas.

Continue lendo e você irá entender como chegar nas Montanhas Coloridas, conhecerá o que irá encontrar durante todo o trajeto e, principalmente, entenderá todas as dificuldades de se chegar lá, para poder julgar se esse passeio é para você ou não – e claro, verá fotos, muitas fotos!

Esse é o primeiro destino do Peru que estamos apresentando. Veja aqui mais conteúdos sobre esse país incrível!

Como chegar na Rainbow Mountain

Para chegar na Rainbow Mountain é fácil: basta reservar o passeio em uma agência de turismo e eles irão te levar até lá. Simples assim.

(Há também um jeito não-tão-simples-assim-mas-que-é-foda: trilhas de 2, 4, 5 dias, passando pelas montanhas nevadas dos arredores! Sem dúvidas optaremos por esse modo em uma próxima vez que formos para lá. Procurem com agências locais sobre essas trilhas mais longas, caso tenham interesse.)

A caminhada até as montanhas é feita com um guia, que organiza tudo para você, dá as orientações e o apoio necessário e prepara até o café da manhã e o almoço. Eu não sugiro nem um pouco que se alugue um carro ou pegue um ônibus para chegar lá por conta própria, mas sim saia da cidade em que estiver hospedado já com o pacote do passeio reservado em uma agência de confiança.

Eu indico muito a agência de turismo que nos guiou por todas as atrações de Cusco, a Amadcus Travel Tour. Eles foram extremamente atenciosos e preocupados conosco durante todos os dias que estivemos lá – e até antes, mantendo contato desde o Brasil, e até na Bolívia, enquanto ainda não havíamos chegado no Peru. Fale com o Joseph pelo WhatsApp +51 984 663 300 e tire suas dúvidas com ele. O valor que paguei em setembro de 2016 foi 150 Soles (aproximadamente R$ 150).

A Montanha Colorida está a 3 h de carro da cidade de Cusco, próximo à cidadezinha de Pitumarca. Confira no mapa abaixo a localização aproximada, para que você possa se situar. Observe ainda o traçado da caminhada que é feita desde onde o carro nos deixa até chegarmos realmente nas montanhas.

Como é a caminhada para a Rainbow Mountain

Não vou enrolar vocês e vou dizer logo: a trilha que é feita para chegar na Rainbow Mountain não é para qualquer um. São 8 Km de caminhada para chegar lá, mais a volta. No total, são quase 6 h andando a uma temperatura por volta de 0℃, se não menos – esse tempo é totalmente dependente da sua capacidade física, pode variar para mais ou para menos. E, para completar, parte-se de 4.300 m de altitude, até chegar no mirante para a Montanha Colorida a 5.000 m acima do nível do mar – para se ter uma comparação, Cusco está a 3.400 m e La Paz a 3.600 m.

Ah, não se desespere tanto. Eles oferecem também a opção de ir no lombo de um cavalo por uma boa parte do caminho, o que ajuda muuuuito. Veja mais abaixo para entender como funciona.

Devido às adversidades que o local apresenta, deixe para fazer esse passeio somente após alguns dias em alta altitude, quando já estiver acostumado à baixa quantidade de oxigênio disponível no ar e não estiver sentindo mais os efeitos do soroche (veja as nossas recomendações para lidar com o soroche aqui).

Mas, na boa, apesar das dificuldades, a emoção que se sente e as paisagens fodonas rivalizam facilmente com Machu Picchu! O visual é incrível desde o início da caminhada até a chegada no mirante – principalmente lá -, tem neve que dá para brincar de tacar nos outros – né, Dona Ágnes? -, tem visões de montanhas nevadas ao longe e as cores que você vai ver nas fotos da montanha não são tratamento de imagem: os tons são aqueles mesmo!

Um lindo monte nevado disfarçado entre as nuvens
Um lindo monte nevado disfarçado entre as nuvens

Se você se sente preparado para ir, cai dentro. O passeio foi inesquecível para nós e espero que você curta também!

Mas antes da trilha em si, vamos a algumas informações importantes.

As dificuldades começam bem cedo, literalmente: a van passou para nos buscar em Cusco às 3 h da matina. Como havíamos chegado de Machu Picchu no dia anterior lá para às 23 h, foram pouquíssimas horas de sono – apenas 3 h, para ser mais preciso. A primeira dica então é: programe a ida à Montanha Colorida para um dia que você não chegará tarde no dia anterior.

A segunda dica é para antes de sair do quarto do hotel: a escolha das roupas. Eu fui vestindo um gorro e um par de luvas de lã de alpaca adulta, que é a mais barata que se encontra por lá – não senti necessidade de usar cachecol -, óculos escuros, a blusa de manga longa do Destinões ;D – que é feita de poliamida -, um casaco bem grosso para aguentar o 0℃, uma calça jeans – sem a segunda pele, só a calça mesmo -, um par de meias e uma bota impermeável de caminhada – se for permeável, cuidado para não pisar na neve e encharcar o pé.

Apesar do 0ºC, com a caminhada, não foi necessário usar roupas tão pesadas
Apesar do 0ºC, com a caminhada, não foi necessário usar roupas tão pesadas

Repare que foram só duas roupas para cobrir o tronco. A própria caminhada vai fazer seu corpo esquentar, então não é necessária outra peça de roupa – mas nada contra colocar mais uma blusa na mochila, caso normalmente sinta muito frio. Ágnes mesmo foi vestindo uma blusa a mais, estilo fleece. No começo eu ficava tirando e colocando o casaco, na medida que ia sentindo frio ou calor, mas depois percebi que dava para ir só com o casaco entreaberto, sem fechar o zíper, que já fazia um meio-termo agradável de temperatura.

Vilarejo onde inicia a caminhada para a Rainbow Mountain
Vilarejo onde inicia a caminhada para a Rainbow Mountain

Ah, leve também uma capa de chuva, capa para a mochila, ou alguma alguma outra proteção impermeável. Fomos em setembro, no começo do período de chuvas, que vai até abril, e não pegamos chuva, mas no dia anterior havia chovido. Então esteja preparado para não se molhar caso a água comece a cair. Consulte a sua agência antes também para saber como está o clima por lá.

As vans que levam os turistas estacionam na estrada
As vans que levam os turistas estacionam na estrada

Após 3 h de estrada, chegamos em um vilarejo extremamente simples, com somente alguns barracos bem espalhados. Entramos em um deles e nos serviram café da manhã. Até que estava bom, com café, chá de coca, ovos mexidos, salsicha, pão e um negócio parecido com arroz doce, “que é para dar energia”, explicou o guia – imagino a quantidade de açúcar que deveria ter ali…

O café da manhã tomado antes da trilha para a Rainbow Mountain é servido em um dos barracos do vilarejo
O café da manhã tomado antes da trilha para a Rainbow Mountain é servido em um dos barracos do vilarejo

O guia ofereceu então dois outros serviços para contratarmos: bastões de caminhada, por 5 Soles cada (aproximadamente R$ 5), e a ida e a volta à cavalo, por 70 Soles (uns R$ 70 – acho que deu para entender que 1 Sol tinha quase o mesmo valor de R$ 1, né?).

A caminhada então começou por volta das 7:30 h. Com quase 1 Km, chegamos em um pequeno morro onde os moradores locais faziam uma fila com seus cavalos para ir atendendo à demanda de quem quisesse ir no lombo do quadrúpede.

Moradores da região fazem fila para oferecerem o serviço de transporte por cavalo
Moradores da região fazem fila para oferecerem o serviço de transporte por cavalo

Se você estiver com dúvida se deve pegar ou não esse serviço, não se preocupe. A minha sugestão é não pegar, e seguir caminhando. Esses moradores e seus cavalos vão se espalhando ao longo do caminho para continuar a oferecer o mesmo serviço, só que por um preço menor. Outra opção é fazer como fez uma das pessoas que estava no meu grupo: ela até pagou logo de cara pelo cavalo, que foi carregando a mochila, mas ela mesma seguiu andando.

Turista sendo levada no lombo de um cavalo para a Rainbow Mountain
Turista sendo levada no lombo de um cavalo para a Rainbow Mountain

Seguimos por um trecho não muito inclinado por uns 4 Km, de caminhada fácil. No piso a gente vê gramíneas e várias pedras soltas, com uns pequenos riachos formados pelas águas derretidas da neve.

O visual é muito incrível, pois estamos passando dentro de um largo vale!

Vale do início da caminhada para a Rainbow Mountain
Vale do início da caminhada para a Rainbow Mountain

Depois de 1 h e pouco de caminhada, paramos em um checkpoint onde é cobrado um ingresso de 10 Soles para visitar a atração turística Winicunca – que é a própria Rainbow Mountain. Uma atenção nesse ponto: confirme com a sua agência, ao pagar pelo passeio, se o valor desse ingresso está no pacote ou não. Se já estiver, o próprio guia irá pagar o ingresso para você. Como havíamos chegado tarde de Machu Picchu no dia anterior, não deu tempo de pegar o voucher do passeio na agência, mas sabíamos que o valor do ingresso estava incluído, e o guia confiou na nossa palavra.

Checkpoint para pagamento do ingresso para a Rainbow Mountain
Checkpoint para pagamento do ingresso para a Rainbow Mountain

O visual vai ficando cada vez mais fodástico! Na metade do caminho, começa uma subida bem inclinada, que já faz a gente ficar parando algumas vezes para respirar – descansávamos constantemente para não forçarmos o nosso corpo, pois a temperatura estava baixíssima e o ar bem rarefeito, o que poderia causar sérios problemas, principalmente devido ao soroche.

Subida íngreme para chegar na reta final do caminho!
Subida íngreme para chegar na reta final do caminho!

Lembre-se então de uma dica que eu dei para evitar o soroche: respire fundo e expire tudo, bem devagar… Ande devagar também, sempre respeitando os avisos que o seu corpo te dá, e pare quando achar que é melhor dar uma descansada. Foi com essas dicas, principalmente com a respiração profunda, que eu evitava ter dor de cabeça: quando ela começava, eu percebia que não estava respirando direito; quando eu voltava a respirar profundamente, ela passava. Para quem passou mal com os 3.600 m de La Paz e do Salar de Uyuni, até que eu estava indo muito bem! =)

Olha a neve aí!
Olha a neve aí!

Ah, pausa para uma informação de utilidade pública: há diversos banheiros pelo caminho! Não é nada grande coisa, provavelmente todos só com um buraco no chão, mas ao menos é dentro de um barraco, o que te dá privacidade.

Se esse banheiro for panorâmico, dá até vontade de fazer um número 2 por lá…
Se esse banheiro for panorâmico, dá até vontade de fazer um número 2 por lá…

Subindo o plano inclinado, a neve começa a aparecer mais! Ao lado da trilha, já dá para pisar em uma grossa camada de gelo e brincar de jogar bola de neve nos outros. Se você nunca brincou na neve antes, taí uma ótima oportunidade! Só tenha atenção porque pisar em neve molha bastante os pés – e escorrega. Ou vá de calçado impermeável, ou se prepare para ficar andando com o pé úmido.

Crianças felizes!
Crianças felizes!

Depois de umas 2:30 h de caminhada, já conseguíamos avistar a montanha onde iríamos subir para então avistarmos a Rainbow Mountain, mas ainda não tínhamos noção de onde ela estaria – spoiler: em frente ao mirante, do lado esquerdo.

Reta final para chegar na Rainbow Mountain. O pico mais alto é o mirante, e em frente à esquerda é a própria
Reta final para chegar na Rainbow Mountain. O pico mais alto é o mirante, e em frente à esquerda é a própria

Com 3 h, chegamos no pé da montanha, e tínhamos que subir ainda mais uns 200 m de altura, no plano mais inclinado do trajeto. É nesse momento que as pessoas que vieram de cavalo devem descer deles e seguir a pé.

Subida final para o mirante da Rainbow Mountain
Subida final para o mirante da Rainbow Mountain

Nessa hora vi que tinha duas pessoas de outros grupos passando bem mal. Uma andava apoiada aparentemente no seu guia, que pacientemente a escorava e caminhava com ela. Outra usou muitas vezes o cilindro de oxigênio que seu guia tinha. Na volta, alguém falou para a gente que uma pessoa havia desmaiado. Fica então o alerta de sempre respeitar o seu corpo!

Mas voltando à nossa programação, com 15 minutos de subida e mais algumas paradas para respirar, chegamos num alto de onde víamos todo o desenho da Rainbow Mountain!

É, bonito… mas não tá tão legal assim como nas fotos…
É, bonito… mas não tá tão legal assim como nas fotos…

Mas o visual ainda não estava fantasticamente espetacular para a gente, porque esse ainda não era o ponto mais alto do mirante! Então subimos ainda mais pela montanha.

Bora subir só mais um pouco para ver como é lá de cima!
Bora subir só mais um pouco para ver como é lá de cima!

Lá do alto, aí sim, a visão ficou perfeita! Tínhamos finalmente aquela imagem incrível que víamos nas fotos! <3

É disso que eu estou falando! Rainbow Mountain em sua plenitude! :D
É disso que eu estou falando! Rainbow Mountain em sua plenitude! 😀

O visual é tão incrível que parece que foi desenhado por alguém! De noite deve ir um daqueles nordestinos que fazem artesanato em garrafa com areia colorida e deixa tudo ajustadinho para os turistas do dia seguinte… Ou isso, ou a natureza é incrível mesmo e ocasionalmente acaba nos proporcionando espetáculos como esse. É de encher os olhos e de ficar gravado na memória!

Atrás do mirante, conseguíamos avistar também algumas montanhas nevadas. Não tinha jeito, para onde olhávamos, assistíamos a um espetáculo diferente!

Ficamos 1 h lá em cima. Em um momento, o guia reuniu o grupo e deu uma explicação geológica sobre o porquê dessa coloração da montanha, além de explicar também sobre a fauna do Peru. Foi uma aulinha curta, mas bem legal.

A descida foi mais rápida, é claro, e muito mais fácil. Dava para ir acelerando o passo sem precisar parar para descansar.

E não espere para brincar na neve só na volta! Quando passamos, já estava quase tudo derretido. Mudou até a paisagem, com menos branco no chão e nas montanhas e mais riachos pelo caminho formados pelos gelos derretidos.

Na volta, por volta do meio-dia, a neve do chão já se fora…
Na volta, por volta do meio-dia, a neve do chão já se fora…

Chegamos de volta ao vilarejo de onde partimos em 2:30 h de caminhada, pouco antes das 15 h. No mesmo barraco que havíamos tomado o café da manhã, o almoço estava servido. E vou te contar hein: que almoço! Sério, deve ter sido a melhor refeição que eu tive em toda a viagem! Sopa de quinoa, frango, macarrão, carne moída, verduras… tudo com um sabor excelente. Claro, alguns dirão que eu só achei bom porque o cansaço era latente e a fome era gigante, e você acharia muito bom qualquer coisa que colocasse na sua frente, mas não deixe essas pessoas atrapalharem sua refeição. 😛

De barriga cheia e extremamente satisfeitos com tudo que vimos e sentimos nesse dia, voltamos para a van e levamos as mesmas 3 h da ida para chegarmos novamente em Cusco, por volta das 18:30 h.

Rainbow Mountain – deixou saudades!
Rainbow Mountain – deixou saudades!

***

A Rainbow Mountain é um dos destinos na região de Cusco que apresentamos aqui, mas existem outros: a cidade em si é fantástica, com muita história Inca e religiosa, e a região nos arredores também é muito rica de parques arqueológicos no Vale Sagrado dos Incas. Clique em ambos os links para conhecer essas belas atrações! E, é claro… tem Machu Picchu também – aguarde!

Se você está procurando um próximo destino para as suas férias, dá para afirmar depois de tudo que vimos por lá: pegue o seu próximo salário e torre tudo em passagens para Cusco! 😉 A cidade e a região valem esse investimento!

  • Luana

    Adorei as dicas! Estou indo ao Peru em julho, tenho 3 dias em Cusco e tava pensando em pegar um dia para conhecer essa montanha. Se antes eu estava com dúvidas, agora eu tenho certeza de que quero ir!

    obrigada!!!

    Põe Na Rota (www.poenarota.com.br)

    • Vá!!! É tão encantadora quanto parece nas fotos! E depois deixa msg aqui pra gente saber como foi. Olhe também o nosso post sobre o centro histórico de Cusco e o Vale Sagrado dos Incas. 😉

  • Thais

    Oi, em qual época do ano você foi para essa montanha? Estou indo para o Peru daqui 15 dias.
    Estou querendo muito fazer esse passeio

    • Oi Thais! Fui em setembro, escrevi lá no texto. Dá uma lida nesse trecho depois:

      “Fomos em setembro, no começo do período de chuvas, que vai até abril, e não pegamos chuva, mas no dia anterior havia chovido. Então esteja preparado para não se molhar caso a água comece a cair. Consulte a sua agência antes também para saber como está o clima por lá.”

  • Milena Aurea

    Olá! O que você levou na sua mochila pra esse passeio? Você levou quanto de água? Tem no meio do caminho pra comprar? Me dê dicas do que é bom levar. Obrigada!

    • Olá Milena! Leve 2 L de água. A hidratação é fundamental para evitar o soroche – lembre-se que você chegará a 5.000 de altitude!

      Não tem nada para vender no caminho que eu me lembre, exceto talvez na parada do checkpoint onde é cobrado o ingresso, mas não conte com isso.

      De comida, leve o que você está acostumada a levar quando for fazer trilhas – sugestões: amendoim, castanhas em geral, queijo, coisas que se compra no mercado municipal de Cusco. O café da manhã no local é bem servido e o almoço na volta também, que dependendo do seu ritmo pode ser às 15 h.

      No mais, eu falo no texto sobre vestuário a se levar! Confira lá se não chegou a ler.

      Se tiver mais dúvidas, só falar. 😉

  • Meire Barreto

    É fácil achar essa opção de passeio lá em Cusco ou tem como fechar com um guia antes de ir? Vou em agosto…

    • Meire, nós fechamos lá na cidade mesmo, uns 3 dias antes. Tem muuuitas agências de turismo em Cusco, mas eu sugiro procurar antes pela internet para ao menos filtrar por umas 3 bem indicadas.

      Sugiro você conversar com o Joseph, da agência Amadcus, via Whatsapp (em português mesmo), para ver preços e disponibilidade de data. O telefone de contato dele está no post.

  • Magno Vinicius

    Prezados,
    estarei indo para lá em outubro, sera que encontro essa neve toda, tem alguma informaçao se a neve la é o ano todo ?

    • Olá Magno! Demorei para responder porque estava consultando um agente de turismo do local (o que eu indico no post).

      Em resumo, a neve acontece em períodos de chuva, cujo período *principal* é no verão (dezembro, janeiro e fevereiro), mas ela começa a aparecer antes, lá para setembro, então pode ser que você pegue sim.

      Ele completou falando que a mudança climática mundial tá deixando esses períodos mais complicados de prever. Por exemplo, neste mês de agosto seria período de seca, mas está chovendo lá em Cusco.

      Mas neve será legal se tiver chovido no dia anterior, como foi nosso caso. Se chover no dia que você estiver lá, leve capas e toda as demais proteções e precauções necessárias.

  • Lucas Baldon

    Boa noite, tudo bem? Parabéns pelo post!!

    Estou indo para o Peru no mês que vêm junto com minha namorada e estou em dúvidas se devo fazer esse passeio ou não…Tenho lido em alguns lugares que é um pouco perigoso, que o caminho (translado) de van/ônibus para chegar lá é perigoso por conta de vários precipícios/desfiladeiros na estrada, que durante a caminhada até o topo da montanha não tem tanto acompanhamento dos guias e que a estrutura a nível de segurança e suporte aos turistas é muito fraca ainda.

    Mas……..por outro lado o lugar deve ser incrível e a minha vontade de conhecer e encarar o desafio é grande. Com relação a preparo físico eu e minha namorada temos uma vida bastante ativa (atividade física 5 dias na semana), porém realmente meu maior receio ficou por conta do que escrevi acima a respeito da estrutura do local em caso de emergência e por conta do caminho até a chegada no povoado.

    Por favor, o que vc tem a me dizer sobre isso amigo? E se a previsão do tempo estiver com chuva, mesmo assim acha que compensa encarar o desafio?

    Obrigado do post novamente e pela atenção.

    Att,
    Lucas

    PS: Vc chegou a conhecer uma agência chamada Inkas Herencia próxima a Plaza das Armas?

    • Olá Lucas! Obrigado! =D

      Sobre o translado, em uma parte mais próxima da montanha, há sim uma passagem que “beira” um precipício, mas não me pareceu ser nada arriscado não. A nossa passagem foi de boa, e eu fiquei olhando a paisagem e o rio lá embaixo. Mas foi só em um trecho mesmo. Eu pessoalmente não tive preocupação com isso, pelo contrário, gostei da vista. =)

      Sobre acompanhamento do guia, nós fomos com um grupo de umas 15 pessoas (o que cabia na van), e o guia estava responsável por todas, é claro. Mas cada um tinha o seu ritmo, não dava para exigir que todos ficassem juntos. Assim, alguns dispararam na frente, outros ficaram muito atrás. Nós cruzamos com o guia por diversas vezes, porque ele parava para esperar e ver como estavam as pessoas.

      Fora a apresentação do lugar que ele fez no topo da montanha, o café da manhã e o delicioso almoço que ele ajudou a preparar. Olha, não tenho nada a reclamar do guia que me acompanhou. Não tenho como falar como são os outros, né.

      Sobre estrutura, não sei qual a sua expectativa. É uma trilha na montanha, não é para ter nada a não ser a própria natureza. Mas mesmo assim tem “banheiros” ao longo do caminho, e em alguns pontos são oferecidos cavalos para te levar.

      Quanto ao preparo físico, vocês fazem trilhas? Já caminharam por horas? É bem individual essa decisão. O que eu posso te falar é que eu não faço exercícios ao longo da semana (já fiz, não mais), faço minhas trilhas nos finais de semana e não tive dificuldades de ir, fora a questão da altitude.

      No mais, é seguir minhas sugestões para evitar o soroche (que é uma preocupação bem séria!!!) – veja o link no post. Indico também a agência que coloquei no post, não cheguei a conhecer nenhuma outra.

      Abraços, e depois conta aqui como foi!

      • Lucas Baldon

        Boa noite João,

        Muito obrigado pela resposta rápida das minhas dúvidas…realmente me ajudou bastante a entender como funciona, porque na internet sempre você encontra os extremos, tanto para o bem como para o mal né kkkkkkk

        Nós nunca fizemos trilhas dessa maneira, porém estamos acostumados a fazer atividade física (cross fit, treinos funcionais, corridas, etc)…quando viajamos nos também gostamos mais de caminhar do que ir com algum transporte (ano passado em Buenos Aires andávamos em média 20km por dia pela cidade kkkk tudo bem que lá é tudo plano e sem altitude né kkkk).

        Sim, as suas dicas com relação ao soroche são bem úteis e se formos encarar esse desafio, com certeza vamos lembrar de respirar bem!!! 🙂

        Abraço,
        Lucas

        • Volte aqui depois e deixe suas impressões do trajeto e de como foi para você! 😉

          • Lucas Baldon

            Com certeza!!!! 😀

            • Lucas Baldon

              Bom dia João,

              Voltando aqui para agradecer novamente as dicas do post e para contar como foi a experiência na montanha.

              Saímos as 05:00hs do hotel com uma van e partimos rumo ao povoado antes de iniciar a caminhada. As 3 primeiras horas desse caminho de van praticamente por estrada asfaltada e a ultima hora por uma estradinha de terra bem precária cheia de curvas zigue-zague na beira de precipícios/barrancos/etc…dá um pouco de medo, mas o motorista muito bom, faz esse caminho todo dia e foi super cuidadoso, então dá pra confiar kkkkkkkkkkkkkk chegando no povoadinho tomamos um super café da manhã e depois mais 15 minutos de van para chegar ao inicio da caminhada em si.

              A trilha é muito muito muito bonita mesmo, um espetáculo da natureza, ficamos realmente impressionados com os diferentes tipos de beleza naturais juntos no mesmo lugar – montanhas, picos nevados, planícies, morros, povoadinhos locais, enfim muito bacana mesmo!!! Eu e minha namorada conseguimos fazer todo o passeio sem precisar da ajuda do cavalinho, mas sem dúvidas que não foi fácil, mesmo tendo um bom preparo físico, por algumas vezes precisamos parar uns minutos para dar uma respirada e duas vezes pedimos ao guia para cheirarmos a agua florida, ajuda muito mesmo a abrir os pulmões e retomar o fôlego!! Mas nada que prejudicasse tanto assim para concluirmos a caminhada até o topo kkkkkkk No dia que fomos, o tempo antes de subir estava um pouco nublado (iniciamos a caminhada por volta das 10:00hs), mas durante a caminhada o tempo piorou e pegamos algumas rajadas de neve (tem que realmente ir com roupas leves para caminhada, mas que ao mesmo tempo protejam do frio – nós fomos com segunda pele na parte de baixo e de cima, calça leve para caminhada, jaqueta corta vento de taktel, estávamos de luva e também cachecol para proteger rosto do vento e toca na cabeça, além de capa de chuva kkkkkkkk) … quando estávamos subindo perguntei para alguns grupos que estavam descendo se conseguiram ver o colorido da montanha e eles estavam super desapontados, pois estava muito nublado e com neve…enfim, continuamos subindo e quando chegamos ao topo, inacreditável que em coisa de 40 minutos entre a turma ter falado que num viu nada, nós deslumbramos um sol com um céu super aberto e a montanha com todo seu esplendor e colorido!!! Sensação única de depois de todo esforço poder admirar aquela beleza natural criada por Deus!!! Valeu muita a pena cada passo e o suor para chegar ao topo, foi show de bola!!!!
              Os guias também davam até que bastante atenção, iam meio que pastoreando o grupo, sempre com uma bandeira para termos referencia, ia também dando força para os que estavam com mais dificuldades de subir e até que deram um tempinho bacana para todos poderem subir cada um ao seu tempo e tempo lá em cima para fotos e ficar olhando aquela beleza toda, pois além da vista da montanha colorida, lá no topo vc tem uma vista do vale a de vários picos nevados que é simplesmente inacreditável e indescritível … só indo mesmo para saber!!!!
              Dica super importante realmente é respirar igual vc escreveu no seu post…na volta/descida que é muito mais fácil nós viemos o caminho todo praticamente conversando com um outro casal de brasileiros e por conta do bate-papo mais euforia de ter conseguido chegar ao topo, nós nos esquecemos de respirar da maneira certa e aí ganhamos uma dorzinha de cabeça kkkkk ao contrário da subida que não tivemos nenhum sintoma de soroche (apenas o cansaço mesmo por conta da caminhada+altitude, mas nada de anormal)…então realmente mesmo na volta que é mais fácil, lembrar de respirar é fundamental.
              Nós também fomos equipado com água, gatorade, barrinha de cereal e banana…ajuda bastante para ser manter hidratado e com energia!!!
              Chegando de volta ao povoado tivemos aquele super almoço, muito gostoso também, valeu super a pena!! Lugar simples, mas com uma comida deliciosa (ou a fome era grande também kkkkkkkkk). Depois a parte “mais chata” foi encarar as 4 horas de volta para Cusco…mas de boa, dá para dar umas cochiladas e ainda sair a noite em Cusco para comer uma pizza e tomar Pisco + Cusqueña para comemorar o dia!!! kkkkk

              Enfim, aconselho muito quem tiver oportunidade de ir…tem que ir realmente com espírito livre no modo aventureiro ativado e saber que você terá stress físico e emocional, mas que tudo será muito recompensado pela experiência inacreditável!!!

              Segue duas fotos para comprovar o feito kkkkkkkk

              Abraço,
              Lucas

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  • Laura Helena Moreno

    Boa noite!
    Estou indo para o Peru no mes que vem, e a agência que eu contratei me informou que eu preciso levar um tipo de documento que chama “tarjeta de migração” ou algo do tipo.. sabem me dizer se eu recebo esse documento no aeroporto do Peru para entrar no pais?

    Outra duvida é: eu consigo trocar reias por soles no Peru? Alguem sabe qual o valor aproximado do cambio??

    E quanto eu posso calcular por pessoa/ por dia para passar 7 dias em Cusco e Machu Pichhu!?

    Obrigada

    • Olá Laura!

      Esse documento provavelmente é o formulário que você preenche ao entrar em um país, não importa se você entrou de ônibus e saiu de avião, por exemplo. Você deve guardá-lo até o momento de passar pela alfândega novamente e deixar o Peru. Muitas vezes esse formulário é entregue pela cia aérea dentro do avião mesmo. Se não for entregue, pergunte por ele imediatamente ao sair do avião, antes da alfândega.

      Sobre trocar Real por Soles, sim, em Cusco você consegue fácil. Tem várias agências. Dê uma passeada antes perguntando pelo valor do câmbio. As casas de câmbio mais fáceis de encontrar estão na Av. El Sol e na Plaza de Armas. Eu sempre imaginava R$ 1 valendo 1 Soles. Não é exatamente isso, mas era bem próximo e simplificava as coisas (isso em setembro de 2016).

      Sobre o gasto por pessoa, eu já não me arrisco dizer, é uma informação muito individual (Quanto você come? Restaurante popular ou caro? Faz lanche de manhã e de tarde? Lanche comprado onde você estiver ou no no mercado municipal? Vai comprar artesanatos? Vai contratar guia particular?).

      Aproveite e confira também o nosso post sobre Cusco e regiões! https://blogdestinoes.com.br/tag/cusco

      • Laura Helena Moreno

        Obrigada pela ajuda João!! Vou ficar atenta quanto a esse documento!!
        Referente aos gastos, a intenção seria um lanche no almoço (algo mais conta) e janta mas restaurantes normais e nada de muito caro. Comer beber com preço bom. E também não sou de comprar suveniers.. apenas o basico mesmo! Nao vamos contratar guia particular e todos os passeios ja estao pagos

        Obrigado

        • Correia

          Eu tenho uma grande experiência em relação ao Peru, moro na fronteira e nosso acesso e mais facil para conhecer a grandiosidade desse país, uma dica que dou a todos e que, e a MAIOR BESTEIRA fechar pacotes de passeios ou outra coisa antes de chegar na cidade. A ultima vez que fui agora em arequipa e cusco, vi várias pessoas arrependidas de terem fechado por internet passeios, e la na hora o mesmo passeio que aquela pessoa comprou via internet, as mesmas conseguiam comprar muitas vezes por menos da metade do preço. Então essa de Hotel, passeios e outra coisa, e a maior besteira querer se precaver, porque existem milhões de opções e Peruano gosta muito de dinheiro, você conversando direitinho consegue mais desconto ainda, espero ter ajudado.

          • Correia, obrigado pelo comentário e por compartilhar sua experiência! Realmente, a cidade tem muuuuitas agências de turismo. Fica a decisão para cada um, pois às vezes já chega em cima da hora na cidade para fazer um passeio, então já é bom sair ao menos com o 1o dia engatilhado. Lembrando que isso não vale para o ingresso de Machu Picchu e para o trem! Para esses casos, tem que comprar antes mesmo, não tem jeito, devido à lotação.

            • Correia

              Meu Amigo João Outra coisa também que ouvia falar sobre esse boleto, eu acabei dando sorte e comprei um dia antes de ir, nao fui de trem escolhi fazer o passeio que vai andando, economia mais o menos de 600 reais nessa brincadeira. Cheguei a ler que esse trem de cusco até aguas calientes e um dos mais caros do mundo, realmente tem que ir com dinheiro sobrando. fiz o passeio a machupicchu por um preço muito barato, e outra coisa que me impressionou e que poucas pessoas sabem, e sobre o uso da CARTEIRA DE ESTUDANTE que la eles aceitam com mais facilidade do que aqui mesmo no Brasil, outra dica tambem, e sobre o boletos a machupicchu, em cusco tem a agência que vende so o boleto que eu usei la a minha carteira de estudante e eles aceitaram e o valor foi menor ainda, nas agencias diretas que voce contrata eles ja te dao o boleto incluso, mais muitas vezes cobram o dobro do verdadeiro valor do boleto, enfim,deixem para fazer negocios na cidade, essa de fechar pacote antes, tenho certeza que quando chegam la a maioria se arrepende. Na plaza de armas, chega a ser chato a quantidade de peruanos de agencias, gritando oferecendo todo tipo de passeio.

              • Correia, concordo com você. Para quem gosta de caminhar, fazer trilha, etc, e não tem tempo para fazer a tradicional trilha de dias para Machu Picchu, vale a MUITO pena seguir a pé pelos trilhos. Eu só ouvi falar dessa possibilidade, não tenho mais informações de como fazer isso, mas sem dúvidas farei numa próxima.

                Obrigado por complementar mais ainda o post!

  • Fernanda Lucas Bieniek

    Obrigado pelas dicas! Obrigado pela disponibilidade e por compartilhar essas informações conosco.

    • Obrigado você, pelo seu comentário, Fernanda! Se precisar de mais informações, posso tentar ajudar. 😉

  • Luana Castelo

    muito boom!

  • Danielle peres

    Eu vou fazer um reporte importante sobre complicações decorrentes da hipo-oxigenação, para que não negligenciem dores abdominais qdo em alta altitude, como em Cusco.
    Embora incomum, acontece e pode levar a um infarto esplênico qualquer pessoa saudável que sequer sabe ser portadora de anemia falciforme.

    Estávamos em Cusco havia seis hrs, qdo meu namorado começou com dores abdominais. Pela manhã o hotel ofereceu o serviço de uma médica, que prontamente nos atendeu, nos levou para uma clínica para suplementar seu oxigênio e, verificado o seu estado geral, nos ordenou que voltássemos imediatamente ao nível do mar, sob pena de complicações sérias, como a extração do baço. Assim fizemos e agora estamos internados numa clínica em Lima onde foi diagnosticado um tal infarto esplênico (lesão no baço) fruto de exposição à altitude alta.

    A parte boa é que estamos sendo mto bem atendidos neste país. Os peruanos são humanos demais e os médicos mto comprometidos, seguros, competentes e sempre prontos ao contato com o paciente.

    A Situação extremada não é comum, mas não tão rara. No mesmo hospital em que estamos há outro brasileiro com o mesmo problema, mas em situação ainda mais difícil, teve que ser removido num avião ambulância de Cusco para Lima e acabou sendo submetido a uma cirurgia para extrair o baço, mas se recupera bem.

    Pessoas negras ou nórdicas são mais suscetíveis.

    Não deixem de ir ao Peru, tampouco a Cusco. País encantador e cidade linda, mas não negligenciem dores abdominais persistentes, qto antes diagnosticado menor a lesão.

    Há um exame que pode ser feito para identificar a anemia falciforme: eletroforeses de hemoglobina. Caso seja portador, há um protocolo para subir que deve ser indicado por um médico.

    Voltarei ao Peru com toda certeza.

    • Caramba Danielle, que complicação! Fico feliz ao menos por vcs terem sido mt bem atendidos por aí.

      Minha mãe e amigas foram mês passado a Cusco e uma amiga não conseguiu conhecer a cidade, ficando sendo atendida por um médico dentro do hotel qs todos os dias.

      O soroche eh complicado demais… Passei mt mt mal nos primeiros 3 dias, e depois consegui subir a Rainbow Mountain tendo dormido só 3 h na noite anterior. Eh questão de adaptação, mas, como vc alertou, não podemos dar mole nessa adaptação.

      Além do infarto, tb há risco de AVC (indicado por dores de cabeça forte).

      Espero que seu namorado se recupere bem! Sintam-se abraçados e obrigado por enriquecer o texto!

  • Bruno Coelho

    Olá, João. Boa noite.
    Por meio da seu post conheci a empresa Amadcus e fiz um orçamento. O que me impressionou, ao ponto de duvidar um pouco da qualidade do serviço, foi o valor dos passeios.
    Não achei nenhuma avaliação deles nos sites brasileiros, como o TripAdvisor. Entã, queria confirmar a confiabilidade da agência de turismo e a qualidade de vans e outros instrumentos necessários para os passeios.
    Desde já muito obrigado

    • Olá Bruno! Desculpe-me pela demora em responder.

      O que eu posso passar é a minha experiência. Além de eu ter ido, minha mãe também contratou o serviço da Amadcus 1 ano depois de mim (em setembro passado) e também adorou a experiência e a atenção que o Joseph nos deu. Nada a reclamar, muito pelo contrário, superou nossas expectativas em vários momentos mesmo.

      Por isso a divulgação!

      Vans sem problema, o guia que nos levou à Rainbow Mountain foi bem antecioso.

      Converse com o Joseph diretamente por Whatsapp e tire todas as suas dúvidas.

      Abraços!